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terça-feira, 29 de junho de 2010

O clássico na Diplomática (solução)



Após uma semana de avaliação da atividade sobre o clássico na diplomática, a equipe observou os trabalhos postados pelos grupos e chegou ao seguinte resultado:

(Melhor análise)

Além disso, o grupo fez um ótimo "post-resumo" sobre as diferentes formas de autenticidade, demonstrando uma boa leitura da Duranti. Confiram aqui.


O grupo apresenta uma excelente diferenciação entre as autenticidades diplomática e legal, além de responder a todas as demais questões de maneira completa. Apenas um deslize foi cometido:  a camisa do Flamengo não é autêntica diplomaticamente (apenas legalmente), mas é verídica; já que as cinco estrelas correspondem  ao penta brasileiro e uma se relaciona ao Mundial (já que o Hexa ainda não foi reconhecido pela CBF - veja aqui, no ano de 1987). Tais atributos não conferem a camisa a genuinidade. Do mesmo modo, a camisa do Corinthians não é genuína, contudo, ao contrário da do Flamengo, é inautêntica (legal e diplomaticamente) porém verídica.

A camisa diplomaticamente autêntica do Flamengo corresponderia a esta aqui:


Observem que só há uma estrela: a do mundial.

Contudo, alguns pontos que devem ser destacados para a justiça das averiguações:

 - LANCHONETE DO ROBERTO: vai um pouco além na análise diplomática da camisa do Corinthians, trazendo alguns elementos que estão presentes na camisa original, evidenciando a inautenticidade da camisa em questão (ponto positivo). Porém, o grupo analisa a autenticidade histórica por intermédio da relação entre as camisas em épocas distintas, afirmando que esse atributo não está presente por não se tratar da mesma camisa usada na época. Logo, esquece-se de analisar os fatos envolvidos nas estrelas da camisa. Além disso, dá uma embolada na análise da autenticidade legal da camisa do Flamengo, deixando o leitor em dúvida quanto ao verdadeiro posicionamento do grupo;

 - HORA DE COMUNICAR: traz uma diferenciação estranha entre os conceitos de veracidade histórica e autenticidade histórica;

 - DIPLOARTE: afirma que a camisa não tem autenticidade histórica. A verdade é que o título foi reconhecido pela FIFA, ação que confere este atributo à camisa.

Acreditamos que o mais importante foi observar que os conceitos já estão bem definidos pela maior parte dos grupos, e ficamos bem animados com o retorno que a turma vem dando na análise dos conceitos. E como o blog LIGA VAI foi o grande vencedor, os integrantes do grupo podem passar na FCI pra pegar esta camisa novinha, usada apenas uma vez pelo meu cachorro Maradona. Opa, um instante... meu celular tá tocando aqui em cima da mesa.

Postado pela equipe.
Imagem escolhida por André Lopez

domingo, 27 de junho de 2010

Interfaces entre diplomática e classificação.


Na última semana de maio, como desdobramento da discussão sobre a tipologia documental dos Archiveros de Madrid, esse blog lançou um post-motivação relativo á preponderância do documento (caracterizado diplomaticamente e por suas funções) na organização documental em contraposição à adoção de esquemas pré-definidos, pautados pelos conteúdos dos documentos. Em cinco dias houve mais de 30 comentários, que representaram um interessante debate sobre às práticas de classificação adotadas no Brasil, com um olhar crítico às determinações do Conarq. A discussão ainda trouxe à baila os procedimento adotados pelo Arquivo do Estado de São Paulo. Como estado da Federação e, portanto, vinculado à cabeça do Sistema Nacional de Arquivos (SINAR), o AESP não poderia, em tese, furtar-se à resolução 14 do Conarq, ou poderia? 

De qualquer modo, a discussão, a partir da classificação embasada nas espécies e tipos documentais promove um importante debate sobre as práticas adotadas no Brasil, normatizadas por um esquema temático de quase 10 anos de idade. Essa discussão é mais do que necessária para o avanço da área, porém nem sempre é aceita por parte daqueles que detém o poder de chancelar o que é e o que não é arquivisticamente válido no Brasil, independentemente do embasamento teórico e científico. Discussão sobre as posições formais do Arquivo Nacional que minam o tão necessário debate acadêmico foi realizada durante o XV Congresso Brasileiro de Arquivologia em Goiânia, em 2008.  Quem tem medo do debate?


Links relacionados ao tópico:

terça-feira, 15 de junho de 2010

PREMIAÇÃO: antes tarde do que mais tarde ainda


Finalmente, após um árduo processo, com um trâmite extremamente moroso, o Blog de Diplomática e Tipologia divulga o resultado do desafio "Diplomática do dia-a-dia" (clique aqui para ver o desafio).

Categoria Análise Diplomática: blog "A hora de comunicar" (ver resposta aqui) com uma análise interessante, apesar de não definirem o nome do documento

Categoria Análise Tipológica: blog "Escoteiros diplomáticos" (ver resposta aqui), que, apesar de não discutir os diferentes contextos propostos, ao menos fez a diferenciação deles.

Categoria Análise Contextual Subjetiva do Conteúdo: muitos grupos não realizaram e outros limitaram-se a tentar descrever objetivamente o conteúdo. O  blog "A hora de comunicar" (ver resposta aqui) não foi lá muito subjetivo, mas, pelo menos, trouxe elementos externos para a análise.

Parodiando Machado de Assis: - Aos vencedores as batatas!



Postado por André Lopez


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Exemplo de diplomática cotidiana

O Correio Brazilienese de hoje, em reportagem sobre fraude em instituições de ensino do DF (leia aqui a reportagem) faz, sem saber, uma excelente análise diplomática de como deveria ser certificado de conclusão, indicando a disposição das informações e o trâmite necessário para que alguns registros de validação possam ser incorporados ao documento. O esquema do documento "genérico" é reproduzido abaixo:



Sugestão de atividade:

Analise tipologicamente um certificado falso, mencionado (não é o certificado "padrão" reproduzido) pela reportagem pertencentes a 3 diferentes titulares:
a) professor de diplomática (tem uma cópia não-original)
b) Secretaria de Educação do GDF (tem uma cópia original)
c) Aluno formado (tem o original)
Lembrem-se de que é preciso indicar o contexto arquivístico, a série documental, o nome da espécie e o nome da função arquivistica (que será distinta para cada um dos titulares).

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Coiso, coisa, trem e troço: como é difícil a definição terminológica na Arquivologia.

Muitas vezes as definições terminológicas mais atrapalham do que ajudam nas atividades arquivísticas. O tal do "tipo documental" é um termo ao mesmo tempo fundamental e complexo. Muitos autores concordam com a necessidade de "algo" que indique o "tipo", porém o que seria esse "algo", exatamente, não é assim tão consensualmente definido. O excerto de e-mail abaixo é parte de um debate, ainda longe de se encerrar que o Prof. Bogdan Popovic e eu estamos a tempo levando sobre a questão. O texto em inglês é intraduzível, posto que os dois termos básicos (kind e type) podem significar a mesma coisa em português.
Well, my initial problem raises from translation: I have "kind of records" and "records type". On the other hand, I have in ISAD(g) the term "form", that is--if you ask me--erroneous put there. If you look th ISAD(g) definition, it looks that is either "type" or "kind", but not form: form means in English something standardized, a sort of table: "fill up the application form". That means, ISAD(g) should be improved. (But, note that in Italian "type" is "forma", so here was the point of  mistake). 
Coming back to the initial problem, if you look over the examples associated with MoReq2, you can see they might be referred to also as kind and type.And I had a problem, because I considered "genus" to be more detailed and type/category to be the general one. Because of this, I could not correctly understand nor the Luciana's e-mail, nor your's.
But, you said something yesterday and with the examples on the blog I figured it out: kind is genus and it is the general; type is the category, it is subordinate to the kind/genus, and has, as you brilliantly put it, "attached a function": KIND: report; TYPE (category): customer report or activity report or internal report. 
Para quem não conheceu, o Prof. Bogdan esteve no CID no ano passado, colaborando com as atividades do IV WICI (acesse aqui pequeno resumo sobre ele. Veja as fotos da aula dele para a Arquivologia aqui). Ao lado de suas atividades de arquivista e professor, mantém um blog sobre arquivologia (acesse aqui o Bogdan"s Archival Blog). 


Como se nota, a discussão terminológica é muito árdua e está longe de um desfecho consensual.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Vamos Interagir!


Olá, pessoas!
Vocês viram que a maioria dos grupos já postou o contexto de produção, os documentos a serem analisados, a ficha de análise tipológica e seu manual?
Pois é... Para ajudar na formulação ou na melhora do trabalho de vocês, dêem uma olhada nos outros grupos. Vejam as falhas, os acertos, olhem os comentários e deixem sugestões.
Até sexta!

domingo, 5 de julho de 2009

Respostas do Exercício em Sala

Olá, meninos!
Esses são os resultados da última atividade feita em sala. Dêem uma olhada nas conclusões.

1. Em que sentido a Diplomática pode auxiliar na busca de soluções para o tratamento dos documentos contemporâneos?
Somente um método de análise baseado na Diplomática é capaz de estudar os documentos contemporâneos devido às suas características não-convencionais, já que são documentos em suportes variados que, se contextualizados, são capazes de traduzir sua função administrativa.

2. Qual a relação entre o conceito de dossiê no documento convencional e os metadados em ambiente eletrônico?
Assim como o dossiê, os metadados identificam o documento individualmente e estabelece a sua relação com os demais documentos que o compõem (organicidade).

3. Dados os elementos constitutivos de um documento, apresentados pela autora, uma base de dados, segundo opinião dos integrantes do grupo, seria um objeto de estudo do arquivista? Por que sim? Por que não?
Além dos elementos constitutivos de um documento (suporte, conteúdo, forma, ação, pessoas, relação orgânica e contexto), para ele ser considerado de arquivo de arquivo, ele tem que servir de prova de algum ato. Então a resposta para essa questão vai depender se a base de dados preserva todos os registros inseridos nela ou se ela permite que os registros possam ser alterados ou excluídos ou alterados. Se ela permitir, além da inclusão de novos dados, a alteração ou exclusão de dados anteriormente registrados na base, ela não será de interesse para os estudos arquivísticos. Porém se ela preservar na íntegra todos os registros de inclusão e alteração de dados, aí sim ela será nosso objeto de estudo.

4. Por que a relação orgânica e o contexto são elementos constitutivos chaves para a análise diplomática do documento eletrônico arquivístico?
Segundo o texto de Rondinelli, o suporte no documento eletrônico é apenas um "carregador físico", como chama a autora, na medida em que pode ser totalmente desvinculado da informação. Então o suporte não é mais a única fonte das informações intrínsecas do material de confecção do documento. As informações que antes eram encontradas no suporte do documento tradicional, passam a ser percebidas no contexto de produção e na relação orgânica dos documentos eletrônicos.

5. Vocês concordam com a afirmativa do autor: "é no conteúdo do documento eletrônico que estariam inseridos os elementos internos requeridos pela análise diplomática para lhe conferir autenticidade"? Por que sim? Por que não?
Sim. Porque nos documentos eletrônicos não é viável fazer análise da autenticidade através dos elementos externos, porque os documentos relevantes para essa análise estão nos elementos internos.

6. Em que sentido a diplomática pode auxiliar na busca de soluções para o tratamento dos documentos contemporâneos?
A diplomática pode auxiliar no fato de que ela fornece subsídios teóricos para se fazer a análise dos documentos contemporâneos.

7. De que maneira a fragmentação do ato jurídico, a burocracia e o advento das novas tecnologias de informação impactaram nos arquivos?
Na idade média, pelo número de documentos ser reduzido, permitia que o diplomata fosse do documento ao ato e vive-versa, uma relação bilateral. Com a fragmentação dos atos jurídicos causada pelo crescimento da burocracia, essa relação bilateral se torna multilateral, ou seja, o documento remete a outros fatos e/ou documentos. Essa de idéia de multiplicidade das relações orgânicas dos documentos é o princípio gerador dos dossiês, que é a unidade básica da burocracia contemporânea. As novas tecnologias da informação acabam por abalar a estabilidade das organizações burocráticas por gerarem documentos dinâmicos, cujo conteúdo está sempre mudando e isso dificulta a utilização desses documentos, além de gerar novos tipos documentais.

8. Em que sentido a burocracia está relacionada ao arranjo estrutural?
O arranjo estrutural expõe a estrutura das organizações com a finalidade de agrupar os documentos produzidos nas repartições ou escritórios. As repartições dessa estrutura burocrática, segundo Weber, são formadas de seu quadro de funcionários juntamente com seus arquivos e é papel do arranjo estrutural manter essa ligação explicitada.

9
. Como o professor André contrapões essa abordagem estrutural?
O arranjo estrutural é caracterizado pela sua rigidez em relações às eventuais mudanças, apesar da estabilidade das organizações burocráticas a estrutura dessas organizações pode sofrer alterações por diversos motivos, invalidando a classificação como representação da realidade e da organicidade.

10. Como a diplomática se insere dentro dessa mudança do processo de comunicação referida pela autora?
A Diplomática tem a função de estabelecer e conhecer os elementos constitutivos desses documentos gerados com um certo grau de informalidade, o que acaba por dificultar a contextualização do documento e esvazia seu trâmite.

11. Na prática, após ler o ponto de vista do autor, qual seria a dificuldade que está inserida no ato de classificação de um documento de arquivo?
A dificuldade está na possibilidade de um mesmo documento poder ser classificado de diferentes maneiras, podendo ocupar vários lugares ao mesmo tempo. Já que, por mais que sejam documentos diferentes, todos estes estão inseridos num mesmo contexto orgânico. Podendo causar uma certa dificuldade na hora da classificação, pois além de serem alguns documentos muito parecidos, deve se entender o contexto daquele documento no arquivo o que gera mais uma dificuldade a classificação, mas que pode ser superada, com um estudo aprofundado dos documentos, da instituição e do contexto na qual ela está inserida.

12. Como o autor desmonta o conceito de organização dos documentos de arquivo?
Ao fazer uma analogia com a rotina diária de casa, nesse caso específico com a lavagem de louças, o autor aponta uma série de procedimentos que adotaríamos, em casos específicos, assim não há uma receita para uma organização, depende do contexto. Dessa forma, no caso dos arquivos, quem especifica a organização é o arquivista mas como ele sabe que a organização que ele estipulou é a mais acertada? E se ocorrerem alterações na instituição? A organização pode mudar. Assim não existe uma organização “X” a ser utilizada sempre, pelo contrario cada situação é única e deve ser minuciosamente observada e analisada.

13. Caso se visse diante do filósofo, autor do texto, como o grupo defenderia a existência de um profissional de arquivo nos tempos atuais?
O profissional de arquivo nos tempos atuais é importante para estabelecer padrões de organização que irão permitir à rápida e eficaz recuperação dos documentos. Em um mundo que começa a se tornar uma miscelânea, como define o autor, é extremamente importante a existência de um profissional especializado para lidar com a informação, capaz de tratá-la, classificá-la, organizá-la para poder assim disponibilizá-la no momento de necessidade.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Extra, Extra!

Extra, extra!
Você aí que estava precisando de uma ajudinha pra sua análise diplomática e tipológica, tire este pijama porque aí vai um bom exemplo da nossa já conhecida Vanessa Paschoal, ex-aluna da matéria e atual monitora.
E para aqueles que ainda se perguntam o por quê ou o sentido desta bendita matéria na sexta-feira à noite, respondemos com as palavras da própria autora na conclusão do seu trabalho

"A aplicação da Análise Diplomática e Tipológica possibilitou maior compreensão da produção dos documentos existentes no Núcleo de Topografia da Terracap. A partir desta análise foi possível contextualizar a teoria, vista durante o curso, com o processo de criação e arquivamento dos documentos".

Além disso, a autora vai mais adiante, pois entender o documento desde sua criação até seu arquivamento é muito importante para sua classificação e descrição.
Por isso, Vanessa Paschoal salienta a importância desses estudos na medida em que "a Diplomática e a Tipologia documental têm um papel de muita importância na arquivística, pois uma identifica as características do documento e a outra suas funções. Através delas é possível traçar parâmetros para uma padronização de cada espécie documental e o caminho da contextualização dos documentos unitários através de sua organicidade".
Tá bonito, hein?
Então vamos às análises!

Quem quiser o trabalho completo fale com a autora.

DESPACHO DE SITUAÇÃO FUNDIÁRIA I




DESPACHO DE SITUAÇÃO FUNDIÁRIA II

ESPÉCIE: Despacho
FORMA: Original
FORMATO: Processo (Folha Avulsa com Mapa Anexo)
TIPO: Despacho de Situação Fundiária
FUNÇÃO ADMINISTRATIVA: Apresentar o Histórico de uma Área
FUNÇÃO ARQUIVÍSTICA: Comprovar situação Fundiária de uma determinada Área
PRODUTOR: Núcleo de Topografia
GÊNERO: Textual, Imagético e Cartográfico
SUPORTE: Papel Sulfite
DIMENSÃO: A4 (21cm X 27,9) e A3 (27,9 X 42)
SINAL DE VALIDAÇÃO: Logomarca da Terracap, Assinatura dos Engenheiros Responsáveis e Rodapé com Endereço da Terracap
FUNDO: Terracap



Segundo a autora do trabalho, neste ponto surgiram dificuldades na aplicação de seu formulário de descrição diplomática e tipológica. Isso porque o documento textual possuía um anexo do gênero cartográfico, gerando dúvidas se faria a análise num único formulário ou em formulários distintos. No entanto, como um documento complementa o outro e a ausência de um tira o valor do outro, a autora prefiriu considerá-lo como um processo. E por isso sua análise não poderia ser feita separadamente, inclusive a aplicação do formulário.




SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO




ESPÉCIE: Solicitação de Serviço
FORMA: Original
FORMATO: Folha avulsa
TIPO: Solicitação de Levantamento Topográfico
FUNÇÃO ADMINISTRATIVA: Requer Levantamento Topográfico
FUNÇÃO ARQUIVÍSTICA: Comprovar a execução do Levantamento Topográfico
PRODUTOR: Núcleo de Topografia
GÊNERO: Textual SUPORTE: Papel Sulfite
DIMENSÃO: A5 (14,8 X 21)
SINAL DE VALIDAÇÃO: Logomarca da Terracap e Autenticação Mecânica
FUNDO: Terracap



MEMORIAL DESCRITIVO




ESPÉCIE: Memorial
FORMA: Original
FORMATO: Folha Avulsa
TIPO: Memorial Descritivo de Área
FUNÇÃO ADMINISTRATIVA: Descrever Tecnicamente a Área Levantada
FUNÇÃO ARQUIVÍSTICA: Comprovar Coordenadas Descritas
PRODUTOR: Núcleo de Topografia
GÊNERO: Cartográfico
SUPORTE: Papel Sulfite
DIMENSÃO: A4 (21 X 27,9)
SINAL DE VALIDAÇÃO: Logomarca da Terracap, Assinatura do Engenheiro Responsável e Rodapé com Endereço da Terracap
FUNDO: Terracap