sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Wikileaks e a gestão do conhecimento
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Blogs de todo mundo, uni-vos!
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Novos paradigmas, velhos arquivos?
domingo, 23 de janeiro de 2011
Requisito da Vez

1) Ler o artigo que argumenta sobre a navegação na web, que se encontra no link: http://www.senac.br/INFORMATIVO/BTS/291/boltec291e.htm
2) Após a leitura, fazer uma análise da navegação dos blogs. Nessa análise deve ser observado com muito rigor o conteúdo, pois ele é crucial para uma boa navegação! Lembrando que seria muito legal utilizar a teoria lida no texto no momento da análise!!!
domingo, 17 de outubro de 2010
Texto para 22.10
Boa noite pessoal,
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
ARQUIVÍSTICA POP
Nos blogs vinculados à disciplina, produções da cultura pop têm sido, recorrentemente, utilizadas como pano de fundo para discussão de conceitos ligados à Diplomática e à Arquivologia. Confirmem essa constatação relendo alguns posts do semestre passado, onde foram explorados filmes como Os irresistíveis Falsários, El Secreto de Sus Ojos, Ilha do Medo, Brazil e Os Falsários.
Escrever de forma leve, criativa, falando da informação arquivística (e seu universo) como algo presente no cotidiano de todos é uma prática que merece ser desenvolvida e encorajada.
Não é raro encontrar nas outras áreas produções, best sellers inclusive, que tratam de assuntos sérios, mas de uma forma acessível ao grande público. Basta ir a qualquer livraria e observar alguns títulos provenientes, por exemplo, da Administração "Quem mexeu no meu queijo", "Como enrolar seu chefe e progredir na empresa"; da Economia "Freakonomics" [freak mesmo!], "O economista clandestino"; ou mesmo da Filosofia "Metallica e a Filosofia: Um Curso Intensivo de Cirurgia Cerebral", "Família Soprano e a Filosofia: Mato, Logo Existo!", Super-Heróis e a filosofia - Verdade, justiça e o caminho socrático".
Essas obras, a partir de narrações alegóricas, apresentam as teorias, métodos e práticas das respectivas áreas de um jeito menos formal e indigesto. A quase promessa de textos diferenciados presente já nos títulos e subtítulos é capaz de atrair qualquer tipo de leitor. Quem não estuda ou trabalha diretamente com Administração, Economia ou Filosofia tem a chance de se familiarizar com os problemas levantados por esses campos do conhecimento e também, num segundo momento, valorar, a seu modo, as soluções e reflexões propostas.
Agora, por que na Arquivologia são tão raras produções dessa natureza? Por que para nós continua tão difícil produzir coisas que fujam da esquizofrenia das apostilas de concurso e manuais de arquivo? Muitas vezes parecemos sufocados pela ligação íntima entre os Arquivos e a proposta do Estado Democrático de Direito, mas em última análise a Arquivologia não é um saber de Estado e podemos, sim, raciocinar fora do cercadinho das burocracias.
É preciso diversificar e dar novos sabores à literatura da área de Arquivologia; os blogs, vistos como incubadoras de idéias onde não há limites para a criatividade, podem ajudar no desenvolvimento desse novo segmento de produção intelectual.
Como exercício, seria muito interessante se, futuramente, os blogueiros diplomáticos de cada semestre se interessassem em compilar, editar e publicar (digitalmente mesmo) um compêndio com seus pequenos ensaios sobre possíveis relações entre a Diplomática/Arquivística e obras do cinema, teatro, música, televisão etc. Pode ser uma estratégia válida na busca do reconhecimento social que tanto almejamos e porque não, também, dos nossos 15 minutos de fama.
Aos interessados, fica a promessa de cooperação de um grande entusiasta da idéia.
Postado por Leonardo Neves Moreira.
domingo, 27 de junho de 2010
Interfaces entre diplomática e classificação.
- Acesse aqui o link para a proposta dos Archiveros de Madrid
- Acesse aqui o post-motivação (o debate dele derivado encontra-se nos comentários)
- Acesse aqui a resolução 14 do Conarq
- Acesse aqui o manual do AESP
- Acesse artigo de André Lopez, apresentado no XV CBA, publicado na Revista Ibero-americana de Ciência da Informação (RICI), que reflete a intransigência de certas posturas, que se furtam ao debate científico.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Diplomática é discutida em blog da pós-graduação em CI
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Você tem fome de quê?

O trabalho dos blogs de diplomática versa pela imagem de um laboratório que funciona a céu aberto. De uma simples ideia surgem trabalhos excelentes. E que, inclusive, podem ser aprofundados futuramente num projeto de mestrado. É um laboratório onde a gente brinca, pega os ingredientes, mistura, põe nos tubos de ensaio, e daí pode surgir uma porção promissora. Somos como pequenos cientistas. E o que realmente importa aqui é aguçar a nossa curiosidade.
A finalidade de uma universidade pública deve ser orientada pelo incentivo aos mecanismos de ensino, pesquisa e extensão. Isso pode acontecer num país onde o contracheque de quem está na ponta do processo apresenta estes valores? Tá certo, você vai dizer "o diploma que é dado na solenidade de colação de grau vai ser utilizado como bem entender por quem o recebe". E ainda pode ter a mesma opinião desse tipo aqui. Ninguém faz ideia de quem vem lá.
A impressão que fica é
a de que cada canudo com o diploma de graduação representa uma garrafa jogada ao mar, com uma mensagem dentro. E que ninguém sabe em que areia ela vai parar. Mas qual conteúdo o professor, a universidade e o aprendiz devem inserir nessa mensagem? A gente se sente dentro de um restaurante diversificado, onde o aprendiz pega o seu prato e escolhe o que vai comer. A moça do caixa me pergunta: "e ai arquivista, você tem fome de quê? Pegue o seu prato e sirva-se à vontade". Será que você sabe o que quer colocar no prato?quarta-feira, 5 de maio de 2010
Flávia Helena Oliveira disponibiliza dissertação
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Coiso, coisa, trem e troço: como é difícil a definição terminológica na Arquivologia.
Well, my initial problem raises from translation: I have "kind of records" and "records type". On the other hand, I have in ISAD(g) the term "form", that is--if you ask me--erroneous put there. If you look th ISAD(g) definition, it looks that is either "type" or "kind", but not form: form means in English something standardized, a sort of table: "fill up the application form". That means, ISAD(g) should be improved. (But, note that in Italian "type" is "forma", so here was the point of mistake).
Coming back to the initial problem, if you look over the examples associated with MoReq2, you can see they might be referred to also as kind and type.And I had a problem, because I considered "genus" to be more detailed and type/category to be the general one. Because of this, I could not correctly understand nor the Luciana's e-mail, nor your's.
But, you said something yesterday and with the examples on the blog I figured it out: kind is genus and it is the general; type is the category, it is subordinate to the kind/genus, and has, as you brilliantly put it, "attached a function": KIND: report; TYPE (category): customer report or activity report or internal report.Para quem não conheceu, o Prof. Bogdan esteve no CID no ano passado, colaborando com as atividades do IV WICI (acesse aqui pequeno resumo sobre ele. Veja as fotos da aula dele para a Arquivologia aqui). Ao lado de suas atividades de arquivista e professor, mantém um blog sobre arquivologia (acesse aqui o Bogdan"s Archival Blog).
Como se nota, a discussão terminológica é muito árdua e está longe de um desfecho consensual.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Leituras obrigatórias do semestre 1/2010 (É apenas o MÍNIMO)
2) Texto de Duranti - Capítulo 1
> baixar da rede CID
>baixar do 4shared
3) Texto de Bellotto
4) Texto de Duranti - Capítulo 5
> baixar da rede CID
> baixar do 4shared
5) Grupo de Madrid (acesso da rede CID inconstante devido a problemas na rede)
7) Dissertação de mestrado da Rosa Maria Gonçalves Vasconcelos
>Volume 1 (link alternativo aqui)
>Volume 2.
OBS:
>A indicação das próximas aulas e respectivas leituras foi feita em post anterior (clique aqui para acessar)
>As referências completas em padrão ABNT estão no programa original
O novo sempre vem! (textos 2009)
- Texto da Ana Célia
- Texto de Bellotto
- Texto de Duranti - Capítulo 1
> baixar da rede CID
>baixar do 4shared - Texto de Duranti - Capítulo 5
> baixar da rede CID
> baixar do 4shared - Livro do André sobre tipologia> baixar da rede CID> baixar do 4shared
- Grupo de Madrid 1 (rede do CID)
- Grupo de Madrid 2 (rede do CID)
- História e arquivo: interfaces (rede do CID)
- KIT MCeByte (rede do CID)
domingo, 18 de outubro de 2009
Giovanni Vittani

sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Textos
História e arquivo: interfaces
Kit MCeByte
terça-feira, 23 de junho de 2009
Extra, Extra!
Quem quiser o trabalho completo fale com a autora.
DESPACHO DE SITUAÇÃO FUNDIÁRIA I
FORMATO: Processo (Folha Avulsa com Mapa Anexo)
TIPO: Despacho de Situação Fundiária
FUNÇÃO ADMINISTRATIVA: Apresentar o Histórico de uma Área
FUNÇÃO ARQUIVÍSTICA: Comprovar situação Fundiária de uma determinada Área
PRODUTOR: Núcleo de Topografia
GÊNERO: Textual, Imagético e Cartográfico
SUPORTE: Papel Sulfite
DIMENSÃO: A4 (21cm X 27,9) e A3 (27,9 X 42)
SINAL DE VALIDAÇÃO: Logomarca da Terracap, Assinatura dos Engenheiros Responsáveis e Rodapé com Endereço da Terracap
FUNDO: Terracap
Segundo a autora do trabalho, neste ponto surgiram dificuldades na aplicação de seu formulário de descrição diplomática e tipológica. Isso porque o documento textual possuía um anexo do gênero cartográfico, gerando dúvidas se faria a análise num único formulário ou em formulários distintos. No entanto, como um documento complementa o outro e a ausência de um tira o valor do outro, a autora prefiriu considerá-lo como um processo. E por isso sua análise não poderia ser feita separadamente, inclusive a aplicação do formulário.
SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO

ESPÉCIE: Solicitação de Serviço
FORMA: Original
FORMATO: Folha avulsa
TIPO: Solicitação de Levantamento Topográfico
FUNÇÃO ADMINISTRATIVA: Requer Levantamento Topográfico
FUNÇÃO ARQUIVÍSTICA: Comprovar a execução do Levantamento Topográfico
PRODUTOR: Núcleo de Topografia
GÊNERO: Textual SUPORTE: Papel Sulfite
DIMENSÃO: A5 (14,8 X 21)
SINAL DE VALIDAÇÃO: Logomarca da Terracap e Autenticação Mecânica
FUNDO: Terracap
MEMORIAL DESCRITIVO

ESPÉCIE: Memorial
FORMA: Original
FORMATO: Folha Avulsa
TIPO: Memorial Descritivo de Área
FUNÇÃO ADMINISTRATIVA: Descrever Tecnicamente a Área Levantada
FUNÇÃO ARQUIVÍSTICA: Comprovar Coordenadas Descritas
PRODUTOR: Núcleo de Topografia
GÊNERO: Cartográfico
SUPORTE: Papel Sulfite
DIMENSÃO: A4 (21 X 27,9)
SINAL DE VALIDAÇÃO: Logomarca da Terracap, Assinatura do Engenheiro Responsável e Rodapé com Endereço da Terracap
FUNDO: Terracap
segunda-feira, 25 de maio de 2009
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Ementa
Objetivos
b) definição das características diplomáticas do documento;
c) modelos de análise diplomática;
d) modelos de análise tipológica;
e) proposta de análise para documentos contemporâneos;
Metodologia do curso
Avaliação
a) prova escrita individual (peso 3)
b) atividade individual, escrita, de cunho analítico (peso 1).
c) avaliação contínua: trabalhos em sala, seminários e/ou relatórios escritos (individuais ou em grupo) (peso 1).
Duranti, Luciana. Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia. Trad. Manuel Vázquez. Carmona (Sevilla): S&C, 1996. (Biblioteca Archivística, 5).
Carvalho, Fábio. Porcelana Brasil: guia de marca: guia prático para identificação de louça de mesa e louça decorativa fabricada no Brasil. São Paulo: All Print, 2008. (ver também em www.porcelanabrasil.com.br)
Grupo de Archiveros Municipales de Madrid. Tipologia documental municipal 2. Arganda del Rey: Ayuntamiento de Arganda del Rey, 1992.
Grupo de Trabajo de Archiveros Municipales de Madrid. Manual de tipologia documental de los municipios. Madrid: Consejeria de Cultura de la Comunidad de Madrid, 1988. (Archivos, Estudios, 2).
Lopez, André Porto Ancona. Tipologia documental de partidos e associações políticas brasileiras. São Paulo: História Social Usp/ Loyola, 1999. (Teses).
_____.História e arquivo: interfaces. In: MORELLI, Ailton José (org). Introdução ao estudo da História. Maringá: EDUEM, 2005; p.21-34. (Formação de Professores EAD, 27).
Rodriguez Barredo, Julia Maria. El trabajo en grupo y la organización de un archivo municipal. In: Congresso Brasileiro de Arquivologia, 10º, 1994, São Paulo. Anais do 10º Congresso Brasileiro de Arquivologia: rumos e consolidação da arquivologia. São Paulo: Associação dos Arquivistas Brasileiros (Núcleo Regional de São Paulo), 1998. (Cd-Rom).
Bibliografia Complementar
A bibliografia que se segue indica as principais referências que serão feitas e utilizadas em aula, sem ter a pretensão de ser exaustiva.
Bellotto, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2 ed. Rio de Janeiro: Fgv, 2004 —. Tipologia documental em arquivística. Revista do Arquivo Municipal, São Paulo, n.195, p.9-17, jan./dez. 1982 —. Tipologia documental em arquivos: novas abordagens. Arquivo Rio Claro, Rio Claro (SP), v.9, n.1, p.4-15, jan. 1990.
Berwanger, Ana Regina e Leal, João Eurípedes. Noções de paleografia e diplomática. 2ª ed. Santa Maia: Edufsm, 1995.
Bartlett, Nancy. Diplomatics for photographic images: academic exoticism? The american archivist. Chicago: The Society of American Archivists, v. 59, p.486-494, fall 1996.
Carucci, Paola. Il documento contemporaneo: diplomatica e criteri di edizione. Roma: La Nuova Italia Scientifica, 1987. (Beni Culturali, 1). —. Le fonti archivisiche: ordinamento e conservazione. 3 ed. Roma: La Nuova Italia Scientifica, 1989. (Beni Culturali, 10). —. Tipologia, carattere della documentazione, problemi organizativi. In: —. Gli archivi per la storia contemporanea: organizzazione e previzione; atti del seminario di studi, Mondoni, 23-25 febbraio 1984. Roma: Ministero per i Beni Culturali e Ambientali, 1986. p.71-90. (Publicazioni degli Archivi di Stato, 7). —. et al. Documento y archivo de gestión: diplomática de ahora mismo. Carmona (Sevilla): S&C, 1994. (Biblioteca Archivística, 2).
Cortés-Alonso, Vicenta. Observaciones sobre técnicas descritivas de archivos. In: Pontificia Universidad Catolica del Peru. Instituto Riva-Aguero. Descripción de documentos archivisticos: materiales de trabajo. Lima, 1979. p.7-17. —. La escritura y lo escrito: paleografia y diplomática de España y América en los siglos XVI y XVII. Madrid: Instituto de Cooperación Iberoamericana, 1986.
Crespo, Carmen. Terminología de archivos: instrumentos de trabajo. In: Homenaje a Federico Navarro: miscelánea de estudios dedicados a su memoria. Madrid: Anabad, 1973. p.89-96. Diccionario de terminología archivística. 2 ed. Madrid: Ministerio de Cultura, 1995. (Normas técnicas de la Subdirección General de los Archivos Estatales, 1).
Dicionário de terminologia arquivística. São Paulo: Aab-Sp; Secretaria de Estado da Cultura, 1996.
Duchein, Michel. O respeito aos fundos em arquivística: princípios teóricos e problemas práticos. Trad. Maria Amélia Gomes Leite. Arquivo & administração. Rio de Janeiro, v.10-14, n.1, p.14-33, abr. 1982/ago. 1986.
Duplá del Moral, Ana. Plan Regional para los archivos municipales de la comunidad de Madrid. Madrid: Consejeria de Cultura de la Comunidad de Madrid, 1985. (Archivos, Estudios, 1).
Duranti, Luciana. —. Registros documentais contemporâneos como provas de ação. Trad. Adelina Novaes e Cruz. Estudos históricos. Rio de Janeiro, v.7, n.13, p.49-64, jan./jun. 1994.
Fernández Hidalgo, Maria del Carmen e García Ruipérez, Mariano. Los pósitos municipales y su documentación. Madrid: Anabad, 1989. (Documentos).
Gonçalves, Janice. Como classificar e ordenar documentos de arquivo. São Paulo: Aesp; Aab-Sp, 1998. (Projeto como fazer, 2).
Heredia Herrera, Antonia. El princípio de procedencia y otros principios de la archivística. São Paulo: Arq-Sp, 2003. (Scripta, 5).
Lo Schiavo, Rita de Cássia Martinez. A organização dos arquivos do mundo do trabalho do Brasil: plano de classificação do arquivo permanente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo. Boletim do Arquivo. São Paulo: Aesp, v.4, n. 1, p.9-21, jan.-jun. 2002.
Lodolini, Elio. Archivística: principios y problemas. Trad. Mercedes Costa Paretas. Madrid: Anabad, 1993. (Manuales). —. El problema fundamental de la archivística: la naturaleza y la ordenación del archivo/Artxibistikaren oinarrizko arazoa: artxiboaren izaera eta antolaketa. Irargi: revista de archivística/artxibistika aldizkaria, Vitoria (Gasteiz), Servicio Central de Publicaciones del Gobierno Vasco, v.1, n.1, p.27-61, 1988.
Lopez, André Porto Ancona. Arquivos pessoais e as fronteiras da arquivologia. Gragoatá: Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras. Niteroi: Uff, n. 15, Acervos literários, p.69-82, 2º sem. 2003.
—. La Clasificación archivística como una actividad previa para la descripción de documentos imagéticos. Anales del 1er Congreso Internacional sobre Imágenes e Investigación Social. Ciudad de Mexico: Instituto Mora/Conacyt, 2005.
—. As razões e os sentidos: finalidades da produção documental e interpretação de conteúdos na organização arquivística de documentos imagéticos. Tese de Doutoramento. São Paulo: Programa de Pós-Graduação em História Social da Fflch-Usp, 2000.
Martín-Pozuelo Campillos, M. Paz. La construción teórica en archivística: el principio de procedência. Madrid: Universidad Carlos III; Boletín Oficial del Estado, 1996. (Cursos, 5).
Menne-Haritz, Angelika. What can be achieved with archives? In: The concpet of record: report from the Second Stockholm Conference on Archival Science and the Concept of Record, 30-31 maio 1996. Stockholm: Riksarkivet, 1998. p.11-24.
Otamendi, Alberto F. J. Tipología documental. Boletin de la Asociación Archivistica Argentina, Buenos Aires, v.9, n.16, p.28-31, ago. 1979.
Parinet, Elisabeth. Diplomatics and institucional photos. The american archivist. Chicago: The Society of American Archivists, v. 59, p.480-485, fall 1996.
Pino Rebolledo, Fernando. Tipología de los documentos municipales (siglos XII-XVIII). Valladolid: Universidad de Valladolid; Asociación para defensa y conservación de los archivos, 1991. (De Archiviis, 1).
Rodrigues Neto, João. Caracterização tipológica dos documentos da província franciscana Imaculada Conceição do Brasil: subsídios para o processamento técnico de arquivos eclesiásticos regulares. Dissertação de mestrado. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 1995. Souza, Renato Tarciso Barbosa de. As bases do processo classificatório em arquivística: um debate metodológico. São Paulo: Arq-Sp, 2003. (Scripta, 2).
Tessitore, Viviane. Arranjo: estrutura ou função? Arquivo: boletim histórico e informativo, São Paulo, v.10, n. 1, p.19-28, jan./jun. 1989. Vazquez, Manuel. Reflexiones sobre el termino “tipo documental”. In: De archivos e archivistas: homenaje a Aurelio Tanodi. Washington: Oea, 1987. p.177-185.
















