domingo, 19 de junho de 2011
Atividade obrigatória para o feriadão...
Atividade extra para o feriadão...
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Silvio Santos não morreu...


sábado, 11 de junho de 2011
E começa o trabalho final...

sexta-feira, 10 de junho de 2011
Um documento para chamar de meu.

Seguem as principais orientações para o trabalho final. Lembrem-se, principalmente, que: os documentos escolhidos devem ser documentos de arquivo, típicos de universidades e que sejam utilizados na Universidade de Brasília.
1. Começo.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Quanto vale um documento?
É com imensa revolta que venho "apresentar" a todos um método de cobrança inusitado: o escambo. De acordo com uma reportagem do G1, o Arquivo Geral da cidade do Rio de Janeiro, ao invés de cobrar "din din", passou a exigir uma infinidade de utensílios, como panos de chão, relógio de parede, microondas e copos descartáveis, pelo acesso e pela reprodução de documentos históricos do seu acervo. Para os usuários, esse tipo de conduta é abusiva e ilegal. Para alguns funcionários, porém, é uma prática que garante o bom funcionamento da instituição.O Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro guarda cerca de 3,5 milhões de documentos dos períodos colonial, imperial e republicano até os dias atuais. E, é claro que ele, assim como os demais arquivos públicos, podem cobrar pelo acesso e pela reprodução de suas obras, a fim de garantir uma remuneração para a conservação dos seus acervos. No entanto, é essencial que essas instituições obedeçam ao critério jurídico no que diz respeito a receber bens que sejam compatíveis com as atividades ali exercidas. Ou seja, é aceitável, por exemplo, a doação de CDs para a reprodução de imagens digitalizadas.
O que mais me impressionou, porém, foi o fato de que, na Secretaria da Cultura, ninguém viu infração no episódio. A revista Veja Rio foi atrás para saber o que os funcionários achavam desse “chá de panela” em uma repartição pública e adivinhem só? Segundo o subsecretário, Walter Santos Filho, todos os pedidos foram realizados dentro da lei e estão devidamente documentados. Perguntado se não seria um abuso pedir um eletrodoméstico em troca de uma reprodução de foto, o subsecretário respondeu: “Se o aparelho em questão for utilizado na cozinha de uso comum dos funcionários e tiver sido doado e registrado, não enxergo problema nisso”. Acho que ele só esqueceu de lembrar que a função de um arquivo não é exatamente zelar pela alimentação de sua equipe, mas, sim, manter o acervo em ótimas condições de organização para que qualquer cidadão interessado possa consultá-lo.
Reportagem G1, aqui.
Reportagem Veja Rio, aqui.
Imagem copiada do blog Chorik, aqui.
Postada por: Adrielly Torres
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Pior do que tá, fica: mais uma atividade...

O Deputado Federal Tiririca, eleito em 2010 com mais de um milhão de votos, já foi julgado e absorvido da acusação de falsificar uma declaração para provar que sabe ler e escrever (requisito básico para que alguém assuma um cargo político no Brasil). A declaração foi apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo e, segundo as normas legais, deve ser escrita de próprio punho. Entretanto, hoje, para muitos, ainda fica a dúvida: Tiririca, de fato, sabe ler e escrever? Uma reportagem da revista Época do mês de setembro do ano passado traz indícios que apontam para o analfabetismo. Na época, o então candidato foi questionado sobre críticas feitas a sua candidatura nos jornais e dissera: “Eu não leio nada, mas minha mulher lê tudo para mim”. Além do mais, Tiririca ficou visivelmente assustado no momento em que a reportagem pediu para que ele lesse uma mensagem de celular. Veja reportagem completa aqui.
Primeira situação a ser trabalhada: A suposta declaração falsificada.
- Um laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística detectou que “o autor dos manuscritos examinados possui uma habilidade gráfica maior do que aquela que ele objetivou registrar ao longo do texto da declaração”.
- Tiririca admitiu que teve ajuda da sua mulher para escrever a declaração. Veja reportagem completa aqui.
A partir da imagem da declaração acima e do contexto apresentado, responda:
1. O documento em questão é autêntico e verídico? Justifique.
2. O documento em questão pode ser considerado um instrumento de prova genuinamente arquivístico? Justifique.
Segunda situação a ser trabalhada: A Carteira Nacional de Habilitação de Tiririca.
- Saber ler e escrever também é critério para dirigir no território nacional. Então, para piorar a situação de Tiririca, caso fosse considerado analfabeto, teria que responder como assinou sua carteira de habilitação, tirada em 1996.
- De acordo com uma reportagem da revista Veja do mês de outubro do ano de 2010, o promotor Maurício Ribeiro Lopes desconfia que a habilitação tenha sido fraudada. Veja reportagem completa aqui.
Levando em consideração que a Carteira Nacional de Habilitação de Tiririca tenha sido emitida pelo DETRAN e que supostamente o Deputado Federal admitisse ser analfabeto, responda:
1. O documento em questão é legalmente autêntico? E diplomaticamente autêntico? E historicamente autêntico? Justifique.
2. Dê um exemplo de situação em que podemos trabalhar os conceitos de autenticidade legal, diplomática e histórica. No texto de Luciana Duranti, ela exemplifica dizendo que “(...) um certificado emitido por uma autoridade pública que respeita as regras burocráticas, mas que contém informações que não correspondem com a realidade é legal e diplomaticamente autêntico, mas historicamente falso”. Sejam criativos e não copiem os exemplos dos coleguinhas.
Leitura obrigatória para realização desta atividade: Capítulo 1 do texto de Luciana Duranti. Aqui.
Essa atividade é individual, obrigatória e deve ser postada na parte dos “comentários” do blog-mãe até o dia 29 de abril, às 18:59.
:)
Postada por: Adrielly Torres
domingo, 27 de março de 2011
Sejam todos muito bem vindos.
terça-feira, 22 de março de 2011
Desabafo!
| Copiado do blog "Um pouco de tudo" |
Postado por: Adrielly Torres.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Equipe de Diplomática e Tipologia Documental: 1º semestre de 2011.
- Monitoria: iniciativa, responsabilidade, assiduidade, acesso contínuo à rede blogspot e ao 4shared e comprometimento com a disciplina nas noites de sexta.
- Tutoria: espírito de equipe, contato com frequente com os alunos, responsabilidade, assiduidade, acesso contínuo à rede blogspot e ao 4shared e comprometimento com a disciplina nas noites de sexta.
- Apoio: responsabilidade, assiduidade, acesso contínuo à rede blogspot e ao 4shared, disponibilidade de horários para navegar longamente por todos os blogs-filhos e produzir relatórios.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Trabalho final do semestre.

1. Começo:
- "capa"
- dentificação do grupo,
- identificação da instituição de ensino,
- identificação do tipo de trabalho,
- título do trabalho,
- "sumário" (ou algo similar),
- proposta do trabalho,
- introdução (pode contemplar a discussão conceitual).
2. Meio:
- contexto dos documentos e da instituição/produtor/titular
- análise diplomática (incluir análise detalhada)
- plano de classificação
- análise tipológica de documentos.
3. Fim:
- discussão sobre os resultados (pode contemplar, de novo, a discussão conceitual)
- indicação de como o trabalho pode ajudar na discussão dos documentos contemporêneos,
- referências bibliográficas (ABNT)
- referências blogográficas e demais links
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A polêmica (da vez) da UnB...
domingo, 26 de dezembro de 2010
2011 vem aí...
Atividade desafio...
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
É Natal...
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Atividade de férias.

A atividade da vez consiste em:
- Explicar (através de comentário no blog-mãe) como a autora da dissertação utilizou/aplicou a proposta de Luciana Duranti em seu trabalho;
Prazo: às 18:59 do dia 14 de janeiro de 2011.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Atividade individual da semana.
Bom dia, galera.
A atividade da semana será baseada no capítulo um do texto da Luciana Duranti. O texto em questão, de maneira geral, é essencial para o entendimento de conceitos fundamentais, tais como: Diplomática Especial, genuinidade, autenticidade legal, autenticidade diplomática e autenticidade histórica. Além do mais, ele traz uma comparação entre o documento arquivístico e um edifício e mostra as diferenças entre os diversos tipos de cópias.
A atividade consiste em:
- Fazer a leitura individual do capítulo 1 do texto de Luciana Duranti (acesse aqui);
- Explicar, com as suas palavras, o que é autenticidade legal, autenticidade diplomática e autenticidade histórica;
- Criar duas situações diferentes em que os três tipos de autenticidade sejam aplicados no dia a dia. Ou seja, dê exemplos de documentos autênticos ou inautênticos que tenham sido criados por representante legal ou não, a partir de fatos verdadeiros ou não. Para ajudar no entendimento: o documento de um carro, criado por um falsificador, a partir de informações verdadeiras, é um documento diplomaticamente e historicamente autêntico? É um documento legal? É um documento genuinamente arquivístico?
- Só não vale copiar a situação criada pelo coleguinha. E nem copiar a minha situação.
A atividade deve ser postada até o dia 17 de dezembro de 2010, às 18:59, na parte de comentários do blog-mãe.
Boa atividade.
:)
Adrielly

