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domingo, 19 de junho de 2011

Atividade obrigatória para o feriadão...

A atividade em grupo da semana consiste em:

- Criar/montar um exemplo de formulário para análise diplomática e tipológica. O formulário em questão deverá ser utilizado para a análise do documento escolhido.
- Explicar/definir cada campo;


Esta atividade é obrigatória e em grupo;
Deve ser postada até o dia 29/06/2011, às 23:59, em seu respectivo blog;

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Adrielly Torres

Bom feriado, galera. (:


Atividade extra para o feriadão...

Ao navegar pela 'net', me deparei com uma reportagem do G1, aqui, que dizia mais ou menos assim: "(...) o arquivo de Albert Einstein será digitalizado e disponibilizado na internet dentro de um ano. O arquivo contém mais de 80 mil documentos do cientista judeu (...)". Até aí, tudo bem. Mas, o que mais me chamou atenção foi a afirmativa do diretor do "Arquivo Albert Einsteins", da Universidade Hebraica, que dizia "é a coleção mais importante de seus documentos e uma coleção importante da história do século 20". Além do mais, a reportagem afirmava que a coleção inclui cadernos de pesquisa, correspondências e artigos.
Eu não sei se foi culpa da tradução para o português, mas o fato é: o arquivo pessoal de Albert Einsteins não é uma coleção. Uma coisa é o cara ter uma colação de latinhas de cerveja ou de a menina ter uma coleção de bonecas. Mas, querer dizer que um fundo arquivístico pessoal e uma coleção são a mesma coisa, aí é demais para o meu coração. Rs!
Vale ressaltar que a coleção (a reunião artificial de documentos que apresentam alguma característica em comum) difere do fundo de arquivo pela ausência de organicidade. Assim, um fundo arquivístico apresenta subdivisões orgânicas, onde os documentos de arquivo são organizados em séries. Já em uma coleção o máximo que podemos ter é uma organização baseada em um sistema de ordenação geográfico, cronológico, onomástico, entre outros.

Assim, venho propor uma atividade extra.

1. Discuta a diferença entre arquivo pessoal e coleção.

2. Quais são as principais espécies documentais que aparecem nos arquivos pessoais?

3. Como discutir a tipologia nos arquivos pessoais?

4. Suponha que uma instituição pública receba documentos que não são de arquivo, mas que estão inseridos no fundo de determinada pessoa. O que ela deve fazer com relação a esses documentos sob a sua custódia?

Essa atividade é opcional e individual;
Prazo: até o dia 26/06/2011, às 23:59.

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Adrielly Torres

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Silvio Santos não morreu...

Todos já estão cansado de saber que, diariamente, circulam na internet milhões de notícias falsas, o que deixa muitas pessoas inseguras e sem saber em quais informações realmente devem acreditar. Prova disso é que, há mais ou menos 2 anos, um famoso site de fofoca notícias, OFuxico, parceiro do grande portal Terra, publicou matéria informando que Silvo Santos havia falecido naquela noite de sexta-feira. Logo em seguida, porém, o site ficou fora do ar por vários minutos. E, então, voltou com uma nota de esclarecimento informando que o site havia sido invadido e que tal notícia era falsa (além de lamentar os incovenientes causados e informando que o Silvo Santos estava muito bem).

Então, vamos ao que realmente interessa...
A atividade optativa da semana consiste em:

1. Analisar diplomática e tipologicamente as três situações a seguir.

- Notícia publicada no site Ofuxico sobre a morte de Silvio Santos;


- E-mail que circulou pela internet sobre a morte de Silvio Santos;


- Nota de esclarecimento publicada no site Ofuxico comunicando que a notícia era falsa;


2. Discutir sobre os conceitos de autenticidade e integridade dos documentos eletrônicos. Lembrando que esses dois conceitos são pressupostos fundamentais para que os documentos eletrônicos tenham força probante.

Esta atividade é individual e optativa;
Deve ser postada na parte de comentários até o dia 19/06/2011, às 23:59;

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Adrielly Torres

sábado, 11 de junho de 2011

E começa o trabalho final...

Copiada do site 'administrando você', aqui.

Boa noite, meu povo.
Após as discussões e os esclarecimentos em sala, vamos ao que realmente interessa: o nosso 'querido' trabalho final. E, para isso, nada melhor do que uma bela atividade em grupo para começar a esquentar o bagulho (rs!).

Brincadeiras a parte, a atividade em grupo da semana consiste em:

- Apresentar o documento escolhido (fazer breve comentário sobre o documento; não é necessário ter imagem, vídeo ou seja lá ou que for desse documento);
- Definir as fontes de informações utilizadas para pesquisar sobre o documento escolhido (lembrando que não vale falar sobre a internet, por exemplo);
- Discutir como esse documento escolhido é utilizado em outras universidades (ou se outra espécie documental é utilizada para desempenhar a mesma atividade);

Atividade obrigatória;
Postar a atividade no seu respectivo blog até o dia 17/06/2011, às 18:59.

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Adrielly Torres

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Um documento para chamar de meu.


Boa noite, galera.
Seguem as principais orientações para o trabalho final. Lembrem-se, principalmente, que: os documentos escolhidos devem ser documentos de arquivo, típicos de universidades e que sejam utilizados na Universidade de Brasília.

1. Começo.
- Capa;
- Identificação do grupo;
- Identificação da instituição de ensino;
- Título do trabalho;
- Sumário;
- Proposta de trabalho;
- Introdução;

2. Meio.
- Realizar um esboço de análise diplomática e tipológica do documento escolhido de acordo com Luciana Duranti (lembrem-se que ela propõe o estudo dos documentos por partes - física e intelectual - e que ela trabalha a questão da autenticidade e da veracidade).
- Realizar um esboço de análise diplomática e tipológica nos moldes de Mariano Ruipérez (texto já encaminhado para todos os alunos);
- Fazer um esboço de plano de classificação (sugestão: texto de André Lopez);
- Contexto dos documentos e da instituição/produtor/titular;
- Pensar no uso histórico desse documento (se a sua função está sendo cumprida ou como ela está sendo cumprida);

3. Fim.
- Discussão sobre os resultados;
- Indicação de como o trabalho pode ajudar na discussão dos documentos contemporâneos;
- Referências bibliográficas;


Lembrando que o prazo final para entrega é dia 15 de julho às 18:59.
Os critérios descritos acima são obrigatórios.
Qualquer dúvida, por favor, nos procurem. No mais, mãos a obra.

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Adrielly Torres

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quanto vale um documento?

É com imensa revolta que venho "apresentar" a todos um método de cobrança inusitado: o escambo. De acordo com uma reportagem do G1, o Arquivo Geral da cidade do Rio de Janeiro, ao invés de cobrar "din din", passou a exigir uma infinidade de utensílios, como panos de chão, relógio de parede, microondas e copos descartáveis, pelo acesso e pela reprodução de documentos históricos do seu acervo. Para os usuários, esse tipo de conduta é abusiva e ilegal. Para alguns funcionários, porém, é uma prática que garante o bom funcionamento da instituição.
O Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro guarda cerca de 3,5 milhões de documentos dos períodos colonial, imperial e republicano até os dias atuais. E, é claro que ele, assim como os demais arquivos públicos, podem cobrar pelo acesso e pela reprodução de suas obras, a fim de garantir uma remuneração para a conservação dos seus acervos. No entanto, é essencial que essas instituições obedeçam ao critério jurídico no que diz respeito a receber bens que sejam compatíveis com as atividades ali exercidas. Ou seja, é aceitável, por exemplo, a doação de CDs para a reprodução de imagens digitalizadas.
O que mais me impressionou, porém, foi o fato de que, na Secretaria da Cultura, ninguém viu infração no episódio. A revista Veja Rio foi atrás para saber o que os funcionários achavam desse “chá de panela” em uma repartição pública e adivinhem só? Segundo o subsecretário, Walter Santos Filho, todos os pedidos foram realizados dentro da lei e estão devidamente documentados. Perguntado se não seria um abuso pedir um eletrodoméstico em troca de uma reprodução de foto, o subsecretário respondeu: “Se o aparelho em questão for utilizado na cozinha de uso comum dos funcionários e tiver sido doado e registrado, não enxergo problema nisso”. Acho que ele só esqueceu de lembrar que a função de um arquivo não é exatamente zelar pela alimentação de sua equipe, mas, sim, manter o acervo em ótimas condições de organização para que qualquer cidadão interessado possa consultá-lo.

Reportagem G1,
aqui.
Reportagem Veja Rio,
aqui.
Imagem copiada do blog Chorik,
aqui.

Postada por: Adrielly Torres

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pior do que tá, fica: mais uma atividade...

Copiada do site da revista Época.

O Deputado Federal Tiririca, eleito em 2010 com mais de um milhão de votos, já foi julgado e absorvido da acusação de falsificar uma declaração para provar que sabe ler e escrever (requisito básico para que alguém assuma um cargo político no Brasil). A declaração foi apresentada ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo e, segundo as normas legais, deve ser escrita de próprio punho. Entretanto, hoje, para muitos, ainda fica a dúvida: Tiririca, de fato, sabe ler e escrever? Uma reportagem da revista Época do mês de setembro do ano passado traz indícios que apontam para o analfabetismo. Na época, o então candidato foi questionado sobre críticas feitas a sua candidatura nos jornais e dissera: “Eu não leio nada, mas minha mulher lê tudo para mim”. Além do mais, Tiririca ficou visivelmente assustado no momento em que a reportagem pediu para que ele lesse uma mensagem de celular. Veja reportagem completa aqui.

Primeira situação a ser trabalhada: A suposta declaração falsificada.

- Um laudo elaborado pelo Instituto de Criminalística detectou que “o autor dos manuscritos examinados possui uma habilidade gráfica maior do que aquela que ele objetivou registrar ao longo do texto da declaração”.

- Tiririca admitiu que teve ajuda da sua mulher para escrever a declaração. Veja reportagem completa aqui.

A partir da imagem da declaração acima e do contexto apresentado, responda:

1. O documento em questão é autêntico e verídico? Justifique.

2. O documento em questão pode ser considerado um instrumento de prova genuinamente arquivístico? Justifique.

Segunda situação a ser trabalhada: A Carteira Nacional de Habilitação de Tiririca.

- Saber ler e escrever também é critério para dirigir no território nacional. Então, para piorar a situação de Tiririca, caso fosse considerado analfabeto, teria que responder como assinou sua carteira de habilitação, tirada em 1996.

- De acordo com uma reportagem da revista Veja do mês de outubro do ano de 2010, o promotor Maurício Ribeiro Lopes desconfia que a habilitação tenha sido fraudada. Veja reportagem completa aqui.

Levando em consideração que a Carteira Nacional de Habilitação de Tiririca tenha sido emitida pelo DETRAN e que supostamente o Deputado Federal admitisse ser analfabeto, responda:

1. O documento em questão é legalmente autêntico? E diplomaticamente autêntico? E historicamente autêntico? Justifique.

2. Dê um exemplo de situação em que podemos trabalhar os conceitos de autenticidade legal, diplomática e histórica. No texto de Luciana Duranti, ela exemplifica dizendo que “(...) um certificado emitido por uma autoridade pública que respeita as regras burocráticas, mas que contém informações que não correspondem com a realidade é legal e diplomaticamente autêntico, mas historicamente falso”. Sejam criativos e não copiem os exemplos dos coleguinhas.


Leitura obrigatória para realização desta atividade: Capítulo 1 do texto de Luciana Duranti. Aqui.

Essa atividade é individual, obrigatória e deve ser postada na parte dos “comentários” do blog-mãe até o dia 29 de abril, às 18:59.

:)

Postada por: Adrielly Torres

domingo, 27 de março de 2011

Sejam todos muito bem vindos.


Queridos alunos, é com imenso prazer que a equipe da disciplina ‘Diplomática e Tipologia Documental’ dá início os trabalhos do primeiro semestre de 2011. Sejam todos muito bem vindos. Esperamos que todos estejam bem dispostos a pensar, a discutir, a questionar, a sugerir temas (arquivísticos ou não), atividades, aulas. Enfim, o importante é contribuir. E, no que depender de nós (professor André, monitores e tutores), a parceria 'equipe e novos alunos' está fadada ao sucesso arquivístico; só depende de vocês. Dicas:

-Não deixem de acessar o blog-mãe diariamente.

-Vasculhem os blogs dos semestres anteriores. É fundamental ter contato com os trabalhos antigos pra ir criando uma base, para ter noção do que é proposto pela disciplina.

-Tenham em mente que o blog é um espaço público, então, não ofendam os coleguinhas. No mais, estamos aí para discutir, criticar, ouvir, sugerir...

:)

Postado por: Adrielly Torres


terça-feira, 22 de março de 2011

Desabafo!

Copiado do blog "Um pouco de tudo"
Alguém aí poderia me ajudar a responder 'para que serve o Ministério da Cultura no Brasil?'. Eu me deparei com essa questão em uma nota de J. R. Guzzo (aqui), na Revista Veja do mês de março deste ano, e confesso: não sei responder. Seria para financiar, com dinheiro público, filmes, peças e outras obras que ninguém vê? Ou seria para cuidar de uma parte dos bens culturais do país, como museus, arquivos, bibliotecas, edifícios históricos e assim por diante? Uma certeza eu tive ao ler a reportagem: o Ministério da Cultura jamais tornará o Brasil um país mais culto. E esse deveria ser, justamente, o único motivo para justificar a sua existência e o dinheiro que se gasta com ele. Então, fica a dúvida: se o Ministério da Cultura não serve para nos dar mais cultura, serviria para quê?

Assim como o Ministério da Cultura, poderíamos nos perguntar 'para que serve o Ministério da Pesca?'. Ou ainda 'para que serve o Ministério do Esporte?'. O que fica claro é que muitos dos quase 40 ministérios são frutos da compulsão dos governantes. Ou seja, para responder a qualquer necessidade, desejo ou aspiração de melhoria, cria-se algum tipo de repartição pública e, sempre que for possível, algum ministério inteiro. Isto é, todos os aspectos da existência humana precisam do poder público para obter a salvação. Tudo isso pode ser comprovado quando lembramos que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu 26 ministérios do governo FHC, mas entregou 37 à presidente Dilma, que pretende criar mais dois: o da Micro e Pequena Empresa e o da Infraestrutura Aeronáutica.

O que temos são diversos departamentos encarregados de cuidar disso ou daquilo e, obviamente, uma autoridade para mandar. Temos um fenômeno de gastança descontrolada, temos ações movidas por interesse político e não por interesse social. Mas, entretanto e todavia, não temos soluções concretas. Então, venho propor: vamos exigir o Ministério dos Arquivos, o Ministério da Vergonha na cara, o Ministério da paz e do amor. Enfim. Fica o meu desabafo: vamos tratar de preservar a nossa história, o nosso patrimônio cultural e a nossa memória, porque os departamentos encarregados de fazer isso estão mais preocupados com o anúncio do corte de R$ 50 bilhões no orçamento de 2011 e sobre como eles farão para manter as regalias...


Postado por: Adrielly Torres.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Equipe de Diplomática e Tipologia Documental: 1º semestre de 2011.


Boa noite, galera.

Como foi dito em sala, na última aula, estamos formando a nova equipe da disciplina 'Diplomática e Tipologia Documental' para o primeiro semestre de 2011. Para quem ainda deseja se candidatar, entre em contato dando um pitaco (especificar preferência entre monitoria, tutoria ou apoio aos blogs).

Só para lembrar as diferenças: os monitores auxiliam o professor diretamente nas atividades de aula e os tutores, em complemento a tais atividades, auxiliam os grupos. O apoio aos blogs refere-se à atividades de manutenção, acompanhamento e registro de todos os blogs do projeto (já são 45 blogs-filhos).

Requisitos:
  • Monitoria: iniciativa, responsabilidade, assiduidade, acesso contínuo à rede blogspot e ao 4shared e comprometimento com a disciplina nas noites de sexta.
  • Tutoria: espírito de equipe, contato com frequente com os alunos, responsabilidade, assiduidade, acesso contínuo à rede blogspot e ao 4shared e comprometimento com a disciplina nas noites de sexta.
  • Apoio: responsabilidade, assiduidade, acesso contínuo à rede blogspot e ao 4shared, disponibilidade de horários para navegar longamente por todos os blogs-filhos e produzir relatórios.
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Adrielly Torres

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Trabalho final do semestre.



Final de semestre, muito cansaço, muita correria. Aposto que todos estão loucos por alguns dias de férias. Porém, entretanto e todavia, ainda temos a 'entrega' do trabalho final da disciplina. E, como foi dito em sala, na última aula, é necessário que os grupos façam a apresentação do mesmo seguindo alguns critérios. Então, vamos a eles:


1. Começo:

  • "capa"
  • dentificação do grupo, 
  • identificação da instituição de ensino, 
  • identificação do tipo de trabalho,
  • título do trabalho,
  • "sumário" (ou algo similar), 
  • proposta do trabalho,
  • introdução (pode contemplar a discussão conceitual).

2. Meio:

  • contexto dos documentos e da instituição/produtor/titular
  • análise diplomática (incluir análise detalhada)
  • plano de classificação
  • análise tipológica de documentos.



3. Fim:

  • discussão sobre os resultados (pode contemplar, de novo, a discussão conceitual)
  • indicação de como o trabalho pode ajudar na discussão dos documentos contemporêneos,
  • referências bibliográficas (ABNT)
  • referências blogográficas e demais links

Lembrando que o prazo final de entrega é até o dia 04 de fevereiro;

Bom trabalho a todos.

:)

P.S: a foto é uma homenagem ao fofíssimo blog 'AUrquivo Bom pra cachorro'.

Adrielly Torres

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A polêmica (da vez) da UnB...



Mais uma vez, temos uma universidade pública no cenário dos meios de comunicação: “Estudantes da UnB consomem álcool e drogas dentro das salas de aula”. Essa série de reportagens, publicadas a partir do dia 14 de janeiro de 2011, pelo DFTV, deu o que falar. Em uma delas, o reitor afirma que os alunos mostrados pelas reportagens fazendo o consumo de drogas podem ser suspensos ou até expulsos. Em outra, o prefeito diz que não tinha conhecimento da venda de bebida alcoólica dentro da área acadêmica. E mais, estudante e representante do DCE afirma que “(...) essa discussão sobre o consumo de drogas na UnB tira o foco dos reais problemas da universidade”. Enfim, são tantas polêmicas. A única coisa que posso afirmar é que eu, estudante da Universidade de Brasília, não me senti ofendida, pois sei que a universidade não se resume ao “corredor da morte” ou a festas regadas a bebidas e drogas, enfim.

Esse episódio me fez parar para pensar na atual relação (ambígua e contraditória) entre o Estado/Sociedade e a Universidade Pública Brasileira. Por um lado, os meios de comunicação de massa, os políticos e a população em geral a criticam e a acusam de ser improdutiva, de ser dispendiosa, de ser elitista ou de ser uma instituição distante dos anseios da população. Por outro lado, contraditoriamente, ela é, ainda, reconhecida como uma instituição séria, que oferece ensino de qualidade e que, além de difundir, produz conhecimentos relevantes, enfim, um modelo a ser seguido. O que fica claro, na minha humilde opinião, é que existem reais problemas, sejam eles acadêmicos, políticos e econômicos, e que todos nós podemos e devemos criticá-los. Mas, nunca, devemos julgar e generalizar (como muitos fizeram depois dessa série de reportagens). Vale lembrar que, antes de tudo, a Universidade de Brasília é um local de ensino e de pesquisa e, por isso, merece ser preservada e defendida.

Algumas reportagens sobre o "episódio UnB", clique aqui, aqui ou aqui.

O que vocês acharam da série de reportagens sobre o assunto? Há quem diga que, ao invés de filmar as festas noturnas regadas a bebidas e maconha, deveriam estar preocupados em mostrar as condições precárias que os estudantes são submetidos. Fica a dica.

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Adrielly Torres

domingo, 26 de dezembro de 2010

2011 vem aí...

Feliz ano novo, galera. Um ano novo cheio de amor, de paz, de saúde e de realizações.



'Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.'

Atividade desafio...


Levando em consideração que a figura acima, publicada na Revista Veja do mês de dezembro do ano de 2010, é o anúncio de um modelo ‘Azera’ da marca Hyundai e que um leitor, interessando na proposta, tenha recortado o anúncio, responda:
- Quem é o produtor do documento? Quem é o titular do documento?
- Qual a forma do documento?
- Qual a função que o documento exerce (nos vários contextos)?
O leitor, ao chegar à loja da Hyundai, descobre que a oferta anunciada não pode mais ser cumprida. Insatisfeito, o leitor dirige-se a um cartório para autenticar a cópia do anúncio da revista e procura o Procon para fazer uma reclamação. Ao chegar ao local, o atendente solicita o preenchimento de um documento de reclamação, a cópia do anúncio e uma cópia de seus documentos pessoais, formando assim um dossiê. De acordo com os conceitos apresentados por Luciana Duranti, responda:
- A cópia autenticada é diplomaticamente e legalmente autêntica? Justifique.
- Podemos afirmar que o anúncio publicado na revista continha informações falsas, uma vez que o vendedor não pode realizar a venda do veículo alegando que o valor apresentado estava abaixo do preço tabelado? Justifique.
Alguns anos depois, um pesquisador sobre a história do marketing no Brasil se depara com o anúncio na revista Veja. Quando está quase finalizando sua tese de doutoramento baseada neste documento, um amigo seu, que é arquivista, localiza o processo de reclamação, faz algumas cópias e, tentando ajudar, as distribui para o pesquisador, para o orientador deste e para os professores que irão compor a banca avaliadora do doutoramento. Responda:
Como fica, a partir dessas cópias, a autenticidade histórica do anúncio?
Qual seria o plano de classificação original, de onde o amigo arquivista fez as cópias?

Prazo para realizar esta atividade: às 18:59 do dia 14 de janeiro de 2011.
Atividade obrigatória.


Adrielly.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

É Natal...



"Neste Natal experimente todas as emoções, todas as alegrias, todos os sorrisos, todos os sonhos... E deixe-se levar pela magia."
Desejamos a todos um Natal cheio de luz e paz!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Atividade de férias.




A partir da análise profunda do documento arquivístico objetiva-se detalhar sua proveniência, seu contexto de criação e tramitação, além de definir diretrizes para sua classificação, avaliação, descrição e conservação mais adequadas. No trabalho de Rosa Maria Gonçalves Vasconcelos, que “(...) investiga a possibilidade de se proceder à organização arquivística dos documentos referentes à gravação e à cobertura jornalística das sessões legislativas do Senado Federal, feitas pela TV Senado (...)”, a análise tipológica apresentada foi baseada na proposta de Luciana Duranti.

A atividade da vez consiste em:

- Realizar a leitura da dissertação de Rosa Maria Gonçalves Vasconcelos (aqui);
- Explicar (através de comentário no blog-mãe) como a autora da dissertação utilizou/aplicou a proposta de Luciana Duranti em seu trabalho;


Prazo: às 18:59 do dia 14 de janeiro de 2011.
Atividade obrigatória.
Comentário com, no mínimo, 10 linhas.



Adrielly

sábado, 11 de dezembro de 2010

Atividade individual da semana.


Bom dia, galera.

A atividade da semana será baseada no capítulo um do texto da Luciana Duranti. O texto em questão, de maneira geral, é essencial para o entendimento de conceitos fundamentais, tais como: Diplomática Especial, genuinidade, autenticidade legal, autenticidade diplomática e autenticidade histórica. Além do mais, ele traz uma comparação entre o documento arquivístico e um edifício e mostra as diferenças entre os diversos tipos de cópias.

A atividade consiste em:

- Fazer a leitura individual do capítulo 1 do texto de Luciana Duranti (acesse aqui);

- Explicar, com as suas palavras, o que é autenticidade legal, autenticidade diplomática e autenticidade histórica;

- Criar duas situações diferentes em que os três tipos de autenticidade sejam aplicados no dia a dia. Ou seja, dê exemplos de documentos autênticos ou inautênticos que tenham sido criados por representante legal ou não, a partir de fatos verdadeiros ou não. Para ajudar no entendimento: o documento de um carro, criado por um falsificador, a partir de informações verdadeiras, é um documento diplomaticamente e historicamente autêntico? É um documento legal? É um documento genuinamente arquivístico?

- Só não vale copiar a situação criada pelo coleguinha. E nem copiar a minha situação.

A atividade deve ser postada até o dia 17 de dezembro de 2010, às 18:59, na parte de comentários do blog-mãe.

Boa atividade.

:)


Adrielly

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dinheiro público, inquérito e diplomática



Há mais de dois, a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) se tornou alvo da mídia, protagonizando a saída do reitor e o escândalo da lixeira de R$ 1.000,00, vocês se lembram? E se tornou também alvo de auditorias por conta das inúmeras irregularidades contidas em seus projetos, que são mantidos com o dinheiro público repassado pela UnB.


Passando pelo site do Correio Braziliense, encontrei uma nova reportagem sobre o caso. De acordo com o jornal, "(...) diferentes e tão ou mais graves irregularidades são apontadas por auditoria realizada pela Controladoria-Geral da União (CGU)". O resultado dessa auditoria está em um relatório de 110 páginas, ao qual o jornal teve acesso com exclusividade.

O documento sigiloso mostrado na reportagem detalha as ilegalidades contidas em projetos gerenciados pela Finatec. Analistas da CGU apontaram indícios de fraudes em pagamentos feitos pela Finatec por serviços prestados na área de informática: notas fiscais com numeração baixa, emitidas do primeiro talão, notas fiscais com leiaute e padrão de impressão semelhantes, talões de notas ficais impressas pela mesma gráfica, contas bancárias para recebimento abertas no mesmo banco e agência, todas as empresas abertas como firmas individuais, mesmo contador responsável para todas as empresas. Além do mais, comprovaram que quatro empresas emissoras dos comprovantes de pagamentos funcionavam em endereço residencial e três delas não existiam (seriam empresas de fachada?). E olha que foram escolhidas aleatoriamente apenas 16 notas fiscais pelos analistas para a realização de auditoria (imagina se todas fossem auditadas?). E querem saber quanto a Finatec pagou por esses serviços (como manutenção de computadores e impressoras)? Apenas R$ 55 mil e tudo isso sem licitação.

A reportagem fala ainda sobre ilegalidades nos pagamentos de serviços prestados à Finatec. Quadrilhas foram formadas, houve lavagem de dinheiro, prisões foram decretadas e houve desvio de quase R$ 30 milhões. Não deixem de conferir (reportagem aqui).


Mas, o que isso tudo tem a ver com a Diplomática e com a Tipologia? Tudo. Afinal, estamos diante de documentos inautênticos e falsos. Ao realizar uma auditoria, o profissional está preocupado com os aspectos externo e interno do documento, com a sua mensagem e com o seu contexto de produção (o auditor também faz uso da diplomática, mesmo que sem saber). E é aí que entra a principal questão: existe a necessidade de determinar a autenticidade dos documentos arquivísticos e estudar a sua criação (em qual gráfica foram impressas? Quem é o emissor?), as suas formas (qualidade da impressão, signos especiais, data) e o seu trâmite (funções, contexto, responsável pelo pagamento das notas) para podermos identificar a verdadeira natureza desses documentos. O que vocês acham?

Estava com saudades de fazer um 'mix' entre a diplomática e os acontecimentos do dia a dia.

Vou ficando por aqui.
Beijos.

:)

Adrielly.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Classificação e digitalização de acervos fotográficos

Boa noite, galera.


A terceira (e, graças a Deus, última) atividade da semana consiste em:



- Finalizar a atividade da semana passada "Classificação arquivística e digitalização de acervos fotográficos" (acesse aqui). Ou seja, discutir os três tipos de classificação propostos e fazer a análise tipológica e diplomática das fotografias do acervo.



- E complementá-la com o exemplo de digitalização da Radio Televisión Española (acesse aqui). Ou seja, fazer a comparação entre os dois acervos.





Lembrando que a atividade é obrigatória e deve ser postada até às 18:59 do dia 1o de dezembro.



Boa tarefa.





Adrielly

Atividade internacional

Boa noite, galera.

Sexta-feira, dia 03 de dezembro, vocês tiverem a oportunidade de conhecer a professora Antonia Salvador Benítez da Universidad Complutense de Madrid. Ela é autora, dentre outras publicações, de livro dedicado ao tema dos arquivos fotográficos (Archivos fotográficos). E é claro que o nosso querido professor não iria perder a chance de trabalhar com esse livro. Então, vamos à tarefa (lembrando que ela é obrigatória e deve ser postada até às 18:59 do dia 10 de dezembro).

A atividade da semana consiste em:

- Fazer a análise tipológica e diplomática das duas fotos presentes na capa, da capa do livro e do próprio livro.
- Discutir as diferentes funções desses documentos nos diversos contextos de produção e guarda (arquivo pessoal, arquivo editora, dentre outros).


Boa tarefa.



Adrielly.