domingo, 5 de junho de 2011

Desafio da semana.

Copiado do Blog Vital

Nossos amigos do blog Diplomática na Copa acabam de lançar um desafio intrigante para seus coleguinhas.

A história envolve o roubo da taça do Mundo FIFA durante uma exibição pública no Westminster Central Hall, Inglaterra, quatro meses antes da Copa do Mundo de 1966. Confira AQUI.

O desafio é uma atividade obrigatória e deverá ser respondido em grupo, indicando a referida url nos comentários abaixo. O grupo proponente ficará responsável por analisar as respostas recebidas, fazendo comentários em cada uma delas.


Essa atividade deverá ser postada até o dia 10/06 às 18:59.

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Postado: Maiara Portela.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Death Note!!!???

“Mais de 100 indiozinhos no mesmo barco iam navegando pelo lago abaixo, quando algo se aproximou e o pequeno barco dos indiozinhos, infelizmente, virou.”

É pessoal, mais um caso de barco afundando em Brasília. MAS CHOQUEM!!! Dessa vez o fato não é relacionado à política. Isso mesmo, o cenário agora é outro. Agora é envolvendo o nosso lindo e artificial Lago Paranoá (ler notícia AQUI).

Não sei se vocês lembram, mas, exatamente há um ano (22/05/2010), uma lancha afundou naquele mesmo lago (Relembrar AQUI). Será uma coincidência? Destino? Conspiração?

E para não fugir a regra, quando fatos deste tipo acontecem, vem um monte de questões à tona. Está na hora de averiguar os fatos e apontar os possíveis culpados. O que aconteceu? De quem é a culpa?

Neste caso, vamos colocar nossas mentes, diplomaticamente treinadas, para funcionar e imaginar o que tenham sido os fatos, baseados em várias histórias contadas e documentos que os comprovem. 

Galera, faz de conta que a lista não sumiu em meio aquela imensidão de água, vamos imaginar que esta lista contendo os nomes dos passageiros que supostamente estavam barco não tenha afundado e que segundo informações (desencontradas) nesta lista constavam 80 nomes impressos, sendo que bombeiros calcularam que haviam mais de 100 passageiros no barco. Como foi possível tantas pessoas a mais no barco? Os depoimentos dos funcionários e dos participantes da festa serão parecidos, já que estavam no mesmo ambiente quando o fato ocorreu? 

Então, queremos deixar algumas perguntinhas para vocês:
  • Essa lista é autentica legal, diplomática e historicamente? 
  • Ela é verídica? 
  • Será que a lista pode ser utilizada como provas para as investigações ou em futuros processos (penais, indenizatórios, etc...)? 
CSI, aí vamos nós!

Prazo: Até o dia 10/06 as 18:59 hrs.

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Postado por: Fernanda de Oliveira e Victor Hugo Rosa

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A informação para a ciência da informação

Copiado de Fottus

O conceito de informação para a ciência da informação: 
uma breve reflexão
Fernandez Kenji Inazawa*

É sabido que, ao longo da história da ciência da informação, uma das grandes discussões para o seu estabelecimento como ciência repousa, fundamentalmente, em discussões teórico-epistemológicas e em mudanças paradigmáticas. São várias as razões das dificuldades em se desenvolver um corte teórico para a ciência da informação; uma delas está relacionada à sua gênese, pois a ciência da informação nasceu da documentação e a biblioteconomia, duas disciplinas eminentemente técnicas, e não teóricas, voltadas para a coleta, organização, recuperação e disseminação da informação com o propósito de atender demandas reais de usuários. Dar um tratamento técnicos aos documentos era o foco, pois era através destes que se chegava à informação. Com o crescimento vertiginoso da informação científica e do uso das tecnologias o desafio ficou ainda maior, e outras variáveis surgiram para dificultar a organização e recuperação da informação. Mais esforços foram envidados na tentativa de desenvolver sistemas mais eficazes de recuperação, o que tornou os sistemas de indexação mais precisos, mais automatizados. Premida pela necessidade de se obter soluções práticas para a recuperação da informação (r.i.), a ciência da informação encontrava dificuldades óbvias para definir de maneira abstrata o conceito de informação, pois era quase inerente relacionar documento com informação. Na prática, se recuperava documentos para se ter informação, e se buscava informação através de documentos. Isto tudo tendo em vista a era anterior à internet. Até o presente, não se chegou, através do consenso entre pares, a um conceito universal de informação para a ciência da informação que fosse aplicável a todos os ramos de pesquisa da área.
* Bibliotecário, especialista em Gestão do Conhecimento e mestrando no PPGCINF-UnB


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Proposta de atividade


Discutir o conceito de informação apresentado por Kenji à luz dos pressupostos da Arquivologia. Será que a relação informação-documentos da Ciência da Informação pode ser automaticamente transposta para os documentos arquivo, constituídos para configurar prova em função de sua organicidade e autenticidade?

Trata-se de uma atividade individual optativa para os não-alunos. 

É obrigatória para os alunos de Diplomática e Tipologia Documental 1/2011, que deverão postar as respostas nos comments daqui, até às 18h59 mim do dia 03/04/2011.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quanto vale um documento?

É com imensa revolta que venho "apresentar" a todos um método de cobrança inusitado: o escambo. De acordo com uma reportagem do G1, o Arquivo Geral da cidade do Rio de Janeiro, ao invés de cobrar "din din", passou a exigir uma infinidade de utensílios, como panos de chão, relógio de parede, microondas e copos descartáveis, pelo acesso e pela reprodução de documentos históricos do seu acervo. Para os usuários, esse tipo de conduta é abusiva e ilegal. Para alguns funcionários, porém, é uma prática que garante o bom funcionamento da instituição.
O Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro guarda cerca de 3,5 milhões de documentos dos períodos colonial, imperial e republicano até os dias atuais. E, é claro que ele, assim como os demais arquivos públicos, podem cobrar pelo acesso e pela reprodução de suas obras, a fim de garantir uma remuneração para a conservação dos seus acervos. No entanto, é essencial que essas instituições obedeçam ao critério jurídico no que diz respeito a receber bens que sejam compatíveis com as atividades ali exercidas. Ou seja, é aceitável, por exemplo, a doação de CDs para a reprodução de imagens digitalizadas.
O que mais me impressionou, porém, foi o fato de que, na Secretaria da Cultura, ninguém viu infração no episódio. A revista Veja Rio foi atrás para saber o que os funcionários achavam desse “chá de panela” em uma repartição pública e adivinhem só? Segundo o subsecretário, Walter Santos Filho, todos os pedidos foram realizados dentro da lei e estão devidamente documentados. Perguntado se não seria um abuso pedir um eletrodoméstico em troca de uma reprodução de foto, o subsecretário respondeu: “Se o aparelho em questão for utilizado na cozinha de uso comum dos funcionários e tiver sido doado e registrado, não enxergo problema nisso”. Acho que ele só esqueceu de lembrar que a função de um arquivo não é exatamente zelar pela alimentação de sua equipe, mas, sim, manter o acervo em ótimas condições de organização para que qualquer cidadão interessado possa consultá-lo.

Reportagem G1,
aqui.
Reportagem Veja Rio,
aqui.
Imagem copiada do blog Chorik,
aqui.

Postada por: Adrielly Torres

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Diplomática e classificação

Copiado de EUSG Documentary Center
A atividade de leitura da semana, conforme indicado em aula, consiste em comparar 3 perspectivas de análise e classificação documental: o modelos de tipologia de Mariano García, o dos partidos políticos e a classificação proposta pelo Conarq.
É necessário buscar a compreensão das características de cada modelo. A atividade consiste em indicar, individualmente, nos comments deste post
  • 1 semelhança e 1 diferença relativa aos 3 modelos, não sendo aceitas repetições;
  • 1 resumo de algum comment de post anterior sobre o assunto que julgue interessante, não valendo repetição.
O prazo para a atividade é, as usual, 18h59 do dia 20/05, 6ºf

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André

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Renato Russo e os arquivos

Copiado de Oifm (Renato Russo, João Barone, Bi Ribeiro, Herbert Vianna e Dado Villa-Lobos, em algum momento dos anos 80)


Vasculhando a blogosfera diplomática me chamou atenção o último post" do Lanchonete do Roberto, o blog destacou uma música da Legião Urbana que lembra um pouco os conceitos de Diplomática. A canção é Que país é esse, do CD homônimo lançado em 1987, o trecho é o seguinte:

"Na morte eu descanso
Mas o sangue anda solto
Manchando os papéis, documentos fiéis
Ao descanso do Patrão
Que país é esse?"

O discurso eminentemente político do Renato Russo (RR) traz uma boa sacada sobre o que representam os registros arquivísticos; os documentos trazem em si o DNA das ações que os geraram, o texto pode até mentir, mas o contexto, quando explícito, entrega tudo.

Acho que o RR gostava um pouco dessa visão meio soturna dos arquivos, lembrei de outra canção em que ele também explorou o tema, a genial Petróleo do Futuro, de 1985, faixa 3 do primeiro álbum da Legião. O Riff diz bem assim:

"Filsofos suicidas
Agricultores famintos
Desaparecendo Embaixo dos arquivos"

Não há dúvidas que o trecho representa uma raivosa provocação contra a já moribunda (e foi tarde) ditadura militar. Porém incomoda que o arquivo seja representado como um lugar desses. De certa forma, acho que é, também, responsabilidade dos arquivistas o fato de os direitos das famílias dessas pessoas estarem ali para desaparecer; apodrecer, soterrados e sufocados pela falta de transparência e de vontade que está nas entranhas do nosso Estado.

Ninguém quer criar heróis, apenas colocar as coisas em seus devidos lugares. Com os arquivos seria possível julgar os responsáveis pelos crimes bárbaros cometidos por ambas as partes. Esse é um movimento que ganha força na América Latina, no Uruguai recentemente foi aprovado um projeto que anulou a Lei de Anistia do país, lá o Estado de Exceção perdurou de 1973 a 1985, a teoria é que agora sejam revistos os atos contra a Humanidade que foram cometidos na época.

Arquivo da UnB (Invasão da UnB, em 1968)

Para quem defende o argumento de que "ah, o cara só estava cumprindo ordens" , digo que até pra isso há limites e recomendo a leitura de Eichmman em Jerusalém - Um relato sobre a banalidade do mal, da Hannah Arendt. Que permite, guardadas as devidas proporções, uma visão mais aguçada a sobre a questão da responsabilidade dos indivíduos quando inseridos em movimentos políticos tão extremados, como ditadura ou guerrilha.

Mas, retomando a idéia central do post, e pra não dizer que não falei das flores, lembro que o RR também já expressou uma faceta mais lírica dos documentos de arquivo, como quando, em 1992, ele participou do àlbum Homem de Rua do Erasmo Carlos, gravando junto com o Tremendão a música A Carta (olha a espécie documental aí) que dizia bem assim:

"Escrevo-te
Estas mal traçadas linhas
Meu amor!
Porque veio a saudade
Visitar meu coração
Espero que desculpes
Os meus erros por favor
Nas frases desta carta
Que é uma prova de afeição..."

Respondam, porque a carta é uma "prova de afeição"? É só o conteúdo do texto que traz essa prova ou todas as circunstâncias que envolvem a produção do objeto 'carta'? Caberia um desafio diplomático nessa, hein? Enquanto carta é prova de afeição, carteira de habilitação é prova de que você passou por todo o processo exigido para sair dirigindo por aí; quem já escutou o Álbum "Músicas para acampamento", também da Legião, conhece a hilária introdução da música Baader Meinhof Blues, onde o RR imita a voz do policial e dos adolescentes parados numa bliz:


"-- Sai do carro garoto, mão na cabeça
-- Pô, agente não fez nada!
-- Sai do carro garoto!
-- Pô, o que que é isso?
-- Documento #@!%, não quero saber,
que papo é esse[...]"

Correto pedir a habilitação, vai que o garoto fosse o Jonhy indo tirar racha na curva do diabo em sobradinho (da canção Dezesseis, manja?). Acho interessante também a música "Perdidos no Espaço", de 1985:


"Escrevi pra você e você não respondeu
Também não respondi quando você me escreveu
Anotei seu telefone num pedaço de papel
E calculei seu ascendente no recibo do aluguel
Esqueci seu sobrenome, mas me lembro de você"


Copiado de r7. (Renato Russo, Renato Rocha, Dado, e Marcelo Bonfá)

Essa é pura Ciência da Informação-Arquivística-e-Diplomática. Além de palavras como "escrevi", "respondeu", "anotei", "telefone" "calculei", "esqueci", "lembro", todas relacionadas ao processo de cognição e também a tecnologias envolvidas na comunicação , transferência, e registro da informação; temos a citação de uma espécie documental o "recibo de aluguel" e de um suporte, o "pedaço de papel".

Seria ótimo ter mais tempo para relembrar todas as músicas da Legião (ou de outras bandas) que remetem a temas da diplomática ou da arquivística; porém ,até conseguir a ajuda de vocês, encerro com uma clássica, e pra mim insuperável, do Sérgio Reis:

"Se você pensa
Que meu coração é de papel
Não vá pensando, pois não é
Ele é igualzinho ao seu
E sofre como eu
Por que fazer chorar assim
A quem lhe ama

Se você pensa
Em fazer chorar a quem lhe quer
A quem só pensa em você
Um dia sentirá
Que amar é bom demais
Não jogue amor ao léu
Meu coração que não é de papel"


Postado por: Leonardo N. Moreira.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Mais uma atividade


O que seria de nossos primeiros documentos se nossas mães não cuidassem deles?
Copiado de Flickr

Saudações pessoal,

Agora que vocês possuem os textos de Lopez e Ruiperez, após leitura, devem ter notado que existem algumas semelhanças e diferenças entre as análise feitas pelos 2 em relação a série, subsérie e espécie.
E é exatamente isso que queremos saber de vocês.

Atividade:
  • Após leitura da Tese de Lopez e do texto 1.2 de Ruiperez, comente, compare e/ou relacione o que há de semelhanças e diferenças entre as análises feitas sobre: Série, Sub-série e espécie documental.

Está atividade deve ser realizada até o dia 13/05, ás 18:59. Ela é individual, sendo assim, cada aluno deverá deixar sua resposta como comentário nesta postagem.

Postado por: Jonathan de Araujo